Formação Sindical

Observatório Emprego

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Agenda Sindical

 

 

29 de Outubro (até final do ano lectivo):

Greve nacional (ao trabalho suplementar) dos professores, pela contagem integral do tempo de serviço e contra a fixação de horários de trabalho ilegais.

Fonte: FENPROF

1 de Novembro (por tempo indeterminado):

Greve (às horas extra) dos técnicos da Fundação Centro Cultural de Belém (FCCB), convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE), devido à utilização abusiva do trabalho suplementar.

Fonte: CENA-STE

5 de Novembro (por tempo indeterminado):

Greve (ao trabalho suplementar) dos estivadores em todos os portos nacionais (excepto o de Setubal, que terminou a 14/12), até que haja um contrato coletivo de trabalho.

Fonte: CGTP-IN

20 de Novembro 2018 a Outubro 2019:

Greve nacional (21 dias) dos juízes portugueses, aprovada em assembleia geral, como medida de protesto para alcançar um acordo global e estável para a revisão completa do EMJ.

Fonte: ASJP

4 de Janeiro a 4 de Outubro:

Greve ao trabalho não remunerado dos Oficiais de Justiça devido à falta de reconhecimento ao trabalho obrigatório, sem qualquer tipo de remuneração e reconhecimento, em especial para efeitos do regime de aposentação.

Fonte: SOJ

16 de Janeiro a 1 de Julho:

Greve dos estivadores do porto Praia da Vitória, nos Açores, em defesa da liberdade de filiação sindical e melhores condições de trabalho.

Fonte: SEAL

23 de Janeiro a 31 de Dezembro:

Greve a todo o trabalho extraordinário dos guardas prisionais do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), paralisação marcada pelo Sindicato Nacional da Guarda Prisional.

Fonte: SNCGP

27 de Fevereiro a 22 de Março:

Quinzena de esclarecimento, acção e luta, «Avançar nos direitos! A luta não pode parar!», promovida pela FIEQUIMETAL, abrangendo as principais empresas em todos os sectores, em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Fonte: FIEQUIMETAL

13 a 30 de Março:

Greve (parcial) dos carteiros do CDP - Centro de Distribuição Postal dos CTT, em Santarém, tendo como reivindicação a alteração dos giros de distribuição e a melhoria das condições de trabalho nas instalações do CDP dos CTT de Santarém.

Fonte: US Santarém

15 a 28 de Março:

Quinzena de luta dos trabalhadores das Empresas de Serviços, pela negociação dos CCT; resposta aos Cadernos Reivindicativos; aumento dos salários, entre outros.

Fonte: CESP

16 a 19 de Março:

Greve dos trabalhadores dos Serviços Municipais de Água e Saneamento (SMAS) de Sintra, para exigir a resolução do caderno reivindicativo apresentado em 2018.

Fonte: STAL

18 a 29 de Março:

Greve (parcial) e concentrações dos trabalhadores da Hanon Systems e Schmitt+Sohn Elevadores, por aumentos salariais de 50 euros, o fim das discriminações entre turnos e negociação do caderno reivindicativo.

Fonte: FIEQUIMETAL

19 e 21 de Março:

Greve e concentração dos trabalhadores das empresas Manpower, Randstad, Egor, RHmais e Multitempo, a prestarem serviço nas operadores MEO e NOS, por salários compatíveis com o nível de qualificação no desempenho das funções.

Fonte: CGTP-IN

20 de Março:

Concentração nacional dos trabalhadores da Administração Local, pela regulamentação das compensações devidas pelo trabalho prestado em condições de penosidade, insalubridade e risco.

Fonte: STAL

21 e 22 de Março:

Greve nacional dos trabalhadores não docentes, pela resolução dos principais problemas que afetam a qualidade da Escola Pública e os direitos dos trabalhadores.

Fonte: STFPSSRA

25 a 29 de Março:

Greve, concentrações, vigília, conferências de imprensa diárias e distribuição de folheto dos trabalhadores dos Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS) do Sul e Ilhas, devido às sucessivas interrupções das negociações das suas Convenções Colectivas.

Fonte: CGTP-IN

12 e 13 de Abril:

Greve dos trabalhadores da TST - Transportes Sul do tejo, empresa do grupo Arriva, pelo o aumento dos salários e contra a prepotência da administração, de fuga constante à negociação colectiva.

Fonte: FECTRANS

 

contra a imposição de alterações ilegais de horários de trabalho