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Educação e Ensino

 

Fenprof envia "postal digital" a quem pode mas "não quer resolver"

A Federação Nacional dos Professores incentiva os docentes a submeter uma mensagem eletrónica ao primeiro-ministro, ao Ministro da Educação e à Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República. A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) está a "incitar" os professores de educação pré-escolar, ensino básico e secundário a "exigirem a negociação de mecanismos para a sua vinculação e estabilidade". Os docentes deverão submeter uma mensagem eletrónica, num "postal digital", dirigido ao primeiro-,inistro, ao Ministro da Educação e à Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da Assembleia da República, explica a FENPROF num comunicado enviado às redações. "Desde ontem [dia 18], já dezenas de professores contratados remeteram a sua exigência", assegura o sindicato dos docentes.

A FENPROF acusa o Governo de não "prever qualquer mecanismo para acelerar a regularização do vínculo dos docentes" no Orçamento do Estado para 2020, "mesmo sabendo-se que o dispositivo previsto na lei – a chamada norma-travão – é inepto para suster o recurso abusivo à contratação a termo". A federação sindical acusa ainda o Governo de querer "lavar as mãos de um dos problemas mais graves que afetam negativamente a condição docente em Portugal", salientando as propostas de alteração dos partidos de esquerda, que acabaram por ser chumbadas.

(Noticias ao minuto 19/02/20)

 

Docentes e investigadores discutiram o futuro do sector
A Fenprof realizou a quarta Conferência Nacional do Ensino Superior e da Investigação, sob o lema «Valorizar as carreiras, combater a precariedade e democratizar as instituições». Aprovar orientações e propostas destinadas a reforçar a acção e a configurar a organização no âmbito do Ensino Superior e da Investigação e reforçar a sua afirmação e influência no sector, eram alguns dos objectivos do encontro organizado pela Federação Nacional de Professores (Fenprof/CGTP-IN).

Na resolução aprovada, os docentes afirmam que, se por um lado, a anterior legislatura criou «expectativas» quanto à melhoria das condições de trabalho, este novo ciclo político «não parece fazer antever melhorias significativas». A luta desenvolver-se-á no sentido de «valorizar as carreiras, combater a precariedade laboral e democratizar as instituições de Ensino Superior», afirmam os professores, acrescentando que é igualmente necessário «um processo participativo e transparente de avaliação dos impactos do RJIES [Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior]» e a revisão dos estatutos das carreiras do Ensino Superior e da Investigação Científica.

Esta iniciativa, que decorreu na sexta-feira e sábado passados, contou com a participação de uma centena de docentes e investigadores de todo o País, delegados das suas instituições de Ensino Superior público e privado, e de diversos convidados portugueses e estrangeiros.

(Abril Abril 03/02/20)

 

Mais de 90% das escolas encerradas criam o "Dia de Portugal sem Aulas"

Mais de 90% das escolas estão hoje encerradas devido à greve da Função Pública, segundo um primeiro levantamento feito pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), que fala num "Dia de Portugal sem aulas". "O difícil hoje é encontrar uma escola a funcionar", afirmou hoje o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, em conferência de imprensa em frente ao Liceu Passos Manuel, em Lisboa, para fazer um primeiro balanço dos impactos da greve nacional dos Trabalhadores da Função Pública.

Segundo Mário Nogueira, "as escolas encerradas no país inteiro são mais de 90%", uma taxa de adesão que se deve, em grande parte, aos trabalhadores não docentes. Entre os professores, a adesão deverá rondar entre os 75 e os 80%, segundo números avançados pela Fenprof. Além da proposta de aumento salarial de 0,3% feita pelo Governo, Mário Nogueira lembrou outras razões para o protesto de hoje tais como a precariedade das carreiras e o envelhecimento dos profissionais.

(Noticias ao minuto 31/01/20)